• novembro 19, 2018

TI é para mulheres sim! Conheça as Desenvolvedoras da Firework

TI é para mulheres sim! Conheça as Desenvolvedoras da Firework

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Quem foi que disse que TI não é área para mulheres? Convidamos duas das nossas colaboradoras para falar um pouco mais sobre a área e o ambiente de trabalho aqui na Firework.

Bruna Rubio e Juliana Ferreira são Desenvolvedoras Full-Stack da Firework. Elas contam um pouco mais sobre suas trajetórias na área de TI.

Como surgiu seu interesse pela área de TI?

Bruna: “Acho que foi desde criança. Meu pai sempre gostou de novas tecnologias e eu tenho um primo na área também. Então acho que foi meio sem querer, mas desde que me lembro eu falava que queria trabalhar com isso.

Juliana: “Sempre gostei muito de fuçar no computador, fazer testes e ver se descobria coisas novas. Até que em uma palestra durante uma feira de profissões oferecida pela escola, descobri a programação e decidi arriscar. Desde esse momento, as descobertas e aprendizados não pararam mais, assim como meu amor pelo meu trabalho.

 

Você encontrou dificuldades em sua formação por ser mulher? E no ambiente de trabalho?

Bruna: “Por incrível que pareça não. Tanto na faculdade, quanto no trabalho, nunca senti nada diferente por ser mulher. Mas desde o começo eu tinha consciência que era uma área predominantemente masculina, então acho que fui me adaptando a ela.

Juliana: “Dificuldades não, pois nunca senti como se algo me tivesse sido negado por causa do gênero, mas já fui muito subestimada em outros lugares. Principalmente quando alguém pedia para que algo fosse feito e a pessoa não estava realmente esperando um bom trabalho. Em outro trabalho, já aconteceu de não ser incluída em brincadeiras e conversas com a justificativa: é conversa/brincadeira de homem, uma mulher não vai ”entender” igual homem”.

O que você acredita que desmotiva as mulheres a irem para a área de TI?

Bruna:Acredito que é porque a sociedade, e às vezes elas mesmas, ainda acreditam que é uma área masculina e que sofrerão preconceito por serem mulheres. Mas o que eu acho mais engraçado é que na história da computação existem mulheres que foram muito importantes para o desenvolvimento tecnológico e para que a computação chegasse no que é hoje em dia.

Juliana: “Acho que um dos fatores principais é a insegurança. A faculdade por si só já é um desafio e quando olhamos para o lado vemos 1 ou 2 outras meninas em uma sala de 40. TI é uma área intensa e cheia de novidades onde você precisa estar sempre estudando e se atualizando, para depois de anos de carreira, ouvir coisas como: será que ela dá conta desse projeto? Acho que vou passar pra fulano… Se a gente não for muito firme, não aguenta.

 

Como você acha que devemos incentivar mulheres a ingressarem nesse mercado?

Bruna: “Acho que mostrar o potencial da área e de mulheres que alcançaram posições importantes através de seu talento.

Juliana: “Acredito que uma boa forma de incentivo é mostrar para as mulheres que essa área também é para elas, propagandas sem gênero, ou também voltada para as mulheres. Palestrantes mulheres em eventos para falar sobre assuntos relevantes e não apenas sobre: como é ser mulher na TI.”

Como você se sente trabalhando na Firework?

Bruna: “Me sinto super bem aqui. Quando eu comecei tinha eu e mais uma menina e entramos praticamente juntas. Então talvez os meninos tenham sofrido mais. Mas acho que devido ao fato da faculdade também ter mais meninos já estava mais acostumada com esse ambiente.

Juliana: “Firework é uma das melhores empresas que já trabalhei, tanto pelo ambiente (igualitário, tranquilo, animado e divertido) quanto pelo tratamento que todos recebemos.

 

Já trabalhou em outras empresas de TI? Qual a diferença de outras experiências profissionais e a experiência na Firework?

Bruna:Nunca trabalhei em outras empresas de Ti. Mas já tive uma curta experiência trabalhando com a minha mãe em uma empresa predominantemente feminina. Eu sentia mais desconforto do que na Firework.

Juliana: “Já trabalhei em outras empresas que possuíam uma área de TI, mas empresa de TI a Firework é a primeira. Por ter tido experiências em outras empresas que não eram de TI, nem sempre o gestor responsável pelas minhas atividades conhecia TI o suficiente. Isso dificultava bastante o entendimento, execução e entrega das atividades. Ou então, tinham a ideia de que programação fluía melhor sob pressão, o que não ajudava nem um pouco. O que muita gente não sabe é que para programar precisa-se de inspiração, imaginação, tranquilidade e um pouco de confiança também.Então um ambiente que não oferece essa combinação de fatores, dificulta um pouco o trabalho e a qualidade do mesmo; e posso dizer que aqui na Firework é possível encontrar essa combinação!

 

Qual dica você daria para uma garota que quer trabalhar com TI?

Bruna: “Acredito que TI é uma carreira como outra qualquer e se alguém quer segui-la tem que ir atrás do que gosta. Temos que desmitificar que TI é só pra homem, pelo contrário, acredito que a mulher tem qualidades que podem ser muito bem utilizadas na área.

Juliana: “Acho que uma das melhores dicas que posso dar é: não desista! Encontre a sua área, se apaixone pelo seu trabalho e não desista nunca.”


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